GX Explica: Estrutura Sênior x Subordinada — como definir o colchão de risco no FIDC
Entenda a diferença entre cotas Sênior e Subordinada em FIDC, como funciona o waterfall de pagamentos, percentuais recomendados e erros comuns na subordinação de recebíveis.
GX Explica: Estrutura Sênior vs. Subordinada em FIDC
Tempo de leitura: 7 min
Em um FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios) os investidores compram cotas. Para controlar risco, essas cotas são divididas em duas grandes camadas:
Todo mês, os sacados pagam os direitos creditórios. O administrador segue esta ordem:
Se houver default e faltar dinheiro, primeiro se reduz o saldo das cotas Subordinadas; só depois afeta as Sênior.
Fundo Alpha: carteira de duplicatas R$ 100 mi, prazo médio 120 dias.
Se a inadimplência atingir R$ 8 mi, ela será inteira absorvida pelas cotas Subordinadas, mantendo a renda dos cotistas Sênior.
Depende de:
Prática de mercado: 10-20 % para recebíveis de baixo risco; 25-40 % para carteiras não-padronizadas.
Sênior = proteção + rentabilidade moderada. Subordinada = risco alto + upside maior + obrigação de primeiro prejuízo.
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O que são cotas Sênior e Subordinada?
Por que essa estrutura é crucial?
Como funciona o “waterfall” de pagamentos?
Exemplo prático
Classe
Percentual PL
Remuneração
Sênior
80 % (R$ 80 mi)
CDI + 1,0 % a.a.
Subordinada Mezanino
10 % (R$ 10 mi)
CDI + 3,0 %
Subordinada Júnior
10 % (R$ 10 mi)
CDI + 6,0 %
Quanto colocar em Subordinadas?
Sênior vs. Subordinada em uma frase
5 erros comuns na estrutura de cotas
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