Câmbio

Dólar cai com payroll e mercado ajusta Fed

Payroll fraco derruba o dólar, reduz juros dos EUA e alivia ativos brasileiros, ...

Superávit comercial e dólar: efeito em junho

O superávit de US$ 9,8 bi em junho reforça a entrada de dólares no Brasil, mas o...

Saída de US$ 1 bi pressiona o fluxo cambial

A saída líquida de US$ 1,028 bilhão no fluxo cambial semanal reduz a oferta de d...

Trava de câmbio x NDF: diferenças e uso

Entenda a diferença entre trava de câmbio e NDF, quando cada proteção faz sentid...

4131 ou FINIMP: qual reduz mais custo em dólar

Compare 4131 e FINIMP para importação, capital de giro e alongamento de passivo,...

Dólar forte pressiona moedas emergentes

O dólar forte apaga ganhos de moedas emergentes, pressiona real, importações e b...

Drawback: como reduzir custo na exportação

Entenda o que é drawback, como funcionam suspensão, isenção e restituição de tri...

Saída de US$ 1 bi pressiona o câmbio

Fluxo cambial teve saída líquida de US$ 1,0 bi na semana de 22 a 26 de junho, si...

Dólar oscila com emprego dos EUA no radar

Emprego dos EUA, Fed e juros futuros mantêm o dólar volátil; veja impactos para ...

4131 em dólar: quando faz sentido

Saiba quando o empréstimo 4131 em dólar pode ser vantajoso para sua empresa, con...

Hedge cambial: guia para proteger margem

Descubra como o hedge cambial pode auxiliar importadores e exportadores a admini...

4131 para empresas: riscos cambiais e hedge

Entenda quando o empréstimo 4131 pode reduzir o custo de capital e quando a dívi...

Dólar hoje perde força, mas segue no radar

O rali do dólar perdeu tração, mas a moeda segue pressionada por Fed, risco geop...

4131 em dólar: riscos e limites

Entenda quando o empréstimo 4131 pode ajudar no custo de capital e quando o risc...

4131 para empresas: quando o dólar reduz custo

Conheça como o empréstimo 4131 pode impactar o custo financeiro em dólar para em...

Dólar cai com inflação dos EUA e do Brasil no radar

Dólar recua com inflação mais baixa nos EUA e Brasil, impactando expectativas de...

FAQ

Câmbio e hedge: perguntas frequentes

O que é hedge cambial e quando faz sentido para a minha empresa?
Hedge cambial é a proteção contra a variação da taxa de câmbio sobre operações em moeda estrangeira. Faz sentido para importadores, exportadores e empresas com receita ou dívida em dólar/euro que querem travar o custo ou a receita e proteger a margem operacional. Os instrumentos mais comuns são NDF, contrato a termo, opções e swap; a escolha depende do prazo, do fluxo e da tolerância a risco. É uma estruturação sob medida, não um produto de prateleira.
Qual a diferença entre NDF, ACC e ACE?
O NDF (Non Deliverable Forward) é um derivativo que trava uma taxa futura sem entrega física da moeda, liquidado pela diferença contra a PTAX — serve para hedge. O ACC (Adiantamento sobre Contrato de Câmbio) antecipa recursos ao exportador antes do embarque, e o ACE (Adiantamento sobre Cambiais Entregues) antecipa após o embarque — ambos são financiamento à exportação com câmbio embutido. Em resumo: NDF protege a taxa; ACC e ACE antecipam caixa.
O que é a PTAX e por que ela importa no fechamento de câmbio?
PTAX é a taxa de referência do dólar apurada e divulgada pelo Banco Central a partir de consultas ao mercado ao longo do dia. Ela é usada como referência na liquidação de contratos como o NDF e em diversas obrigações contratuais. Conhecer a PTAX ajuda a empresa a comparar o custo real de fechamento e a evitar surpresas na liquidação.
O que é uma operação 4131?
É uma captação de recursos no exterior regulada pela Resolução CMN 4.131, na qual a empresa toma um empréstimo internacional, geralmente em moeda estrangeira. Pode ter custo competitivo, mas cria exposição cambial que costuma ser combinada com hedge. É avaliada por empresas que buscam diversificar fontes de funding ou que já têm receita em moeda forte. As condições dependem de análise de crédito.
A GX Capital é um banco ou uma corretora de câmbio?
Não. A GX Capital é uma boutique financeira que estrutura e assessora operações de câmbio e trade finance — não é a instituição que emite ou liquida o câmbio. Atuamos junto às instituições autorizadas pelo Banco Central para desenhar a estrutura mais eficiente para cada operação da empresa.
Como a minha empresa começa a estruturar câmbio com a GX Capital?
O primeiro passo é um diagnóstico do fluxo em moeda estrangeira: volumes, prazos, exposição e objetivos. A partir disso desenhamos a estrutura mais adequada (hedge, antecipação ou funding) e apresentamos os cenários. Você pode começar pelos simuladores de câmbio da GX Capital ou falar diretamente com um especialista.

Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para melhorar sua experiência, personalizar conteúdos e anúncios, e analisar o tráfego no site. Ao continuar navegando, você concorda com nossa Política de Privacidade.